domingo, 9 de março de 2014

a alegoria de dona maria

Bainha de sua saia se arriava pela lama. Suas crianças marcada à dente de rato o calcanhar. Faltava água em sua cisterna. Faltava feira nos dias de guarda. Cangote cheirando à maré. Braço de enverga bacia. Dias de da dó. Aperreie não. Que segunda ainda é carnaval e a coroa ainda nem guardei. Mais menina ninguém pode com brilho no decote. Faz cortejo a pirraiada! A sua bença minha rainha! Ninguém tremia sua cavalaria. Sobrava apego em sua glória.

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